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Reynan e Wilma Matos

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segunda-feira, 8 de abril de 2019

Deuteronômio | Capítulo 25

Antes de considerarmos o caso de Amaleque, atentemos para a lei do levirato, e o exercício da integridade nós negócio e a imparcialidade ao julgarmos sobre o que quer que seja.

A lei do levirato que não era praticada apenas pelo povo hebreu. Está lei foi o que fundamentou a pergunta dos saduceus apresentaram a Jesus acerca da ressurreição (Mt 22.23)

Não podemos deixar de destacar também, o perigo da intervenção da esposa em certos conflitos de seu marido (v. 11,12)

A integridade não apenas nos negócios, é uma das características que se sobre sai entre o povo de Deus, e os demais a sua volta. (v. 12-16)

V. 2

Curiosidade: "O castigo físico era com frequência administrado com uma vara (2Sm 7: 14), às vezes com espinhos (Jz 8:7, 16) e outras vezes com "escorpiões" (lRs 12:ll, 14), que eram tiras de couro com pedaços afiados de madeira ou metal nas pontas". (CBASD, v.1, p. 1144)

V. 3

Curiosidade: "Quando se administrava o castigo numa sinagoga, era costume ler passagens como Deuteronômio 28:58 e 59 durante o açoitamento e na presença de testemunhas". (CBASD, v.1, p. 1144-1145)

V. 4

"Ao boi. Era costume usar o boi para trilhar o cereal. Hoje, em alguns lugares, ainda se usa o boi para esse fim. A tarefa é muitas vezes dolorosa para as patas do boi, e não é raro que fiquem coxos após realizá-la, principalmente se for muito pesado. Este preceito mosaico não só protegia o boi de um tratamento cruel, mas tinha o propósito de inculcar a bondade - traço incomum entre os pagãos. Atentar para a vida dos animais é ser justo (Pv 12:10). O apóstolo Paulo citou Deuteronômio 25:4 como evidência de que o ministro deve receber um salário justo e apropriado em harmonia com seu sagrado ofício (ver 1Co 9:9; 1Tm 5:18; cf. Mt 10:10). O serviço fiel, seja de seres humanos ou de animais merece reconhecimento". (CBASD, v.1, p. 1145)

V. 7

Curiosidade: "A lei não exigia que o irmão se casasse com a viúva se não sentisse que pudesse amá-la". (CBASD, v.1, p. 1145)

V. 8

"Os "anciãos" eram respeitados e exerciam autoridade considerável". (CBASD, v.1, p. 1145)

V. 9

"A ação de colocar o pé calçado sobre uma propriedade simbolizava o desdém com que a considerava
ou que se exercia o patrimônio legal sobre a mesma (Sl60:8; 108:9). Em consequência, o ato de tirar o calçado de um homem proclamava a indignidade do mesmo. Ele recusara fazer o que se esperava dele". (CBASD, v.1, p. 1145)

Curiosidade: "E lhe cuspirá no rosto. Comentaristas judeus normalmente interpretam que se cuspia
no solo "diante de seu rosto". Isso parece razoável, porque a preposição não é "sobre", mas "ao lado" ou "diante de" (Dt 11:25; Js 10:8). Cuspir diante do rosto de alguém era tido como humilhação (Nm 12:14). Esse verbo aparece três vezes no AT". (CBASD, v.1, p. 1145)

V. 12

Curiosidade: "Alguns comentaristas judeus rejeitam a ideia de que isto devesse ser considerado literalmente. Os rabis, mais tarde, mudaram a sentença, aplicando uma multa pesada em vez de cortar
a mão". (CBASD, v.1, p. 1146)

V. 13

"Balanças adulteradas são uma abominação a Deus (Pv 20:23), ao passo que balanças justas são aprovadas pelo Senhor (Pv l6:ll)". (CBASD, v.1, p. 1146)

"O desejo de Deus é que entre Seu povo prevaleçam os princípios da justiça e da equidade. Aqueles que servem a Deus não enganarão seus semelhantes (ver lJo 4:20)". (CBASD, v.1, p. 1146)

V. 15

"Peso integral e justo. Ver L v 19:35, 36. Nos negócios é difícil resistir à tentação de ter lucro fácil. Diz-se que a honestidade é a melhor política. Mas a conduta seguida por alguns comerciantes é tão cruel quanto as leis da selva. Deve-se admitir que tais negociações com frequência geram grandes riquezas para alguns, e até boa reputação na sociedade. Porém, sem honestidade nunca poderá haver paz de espírito e consciência limpa perante Deus". (CBASD, v. 1, p. 1146)

V. 17

"É verdade que na época em que foi escrito o livro de Deuteronômio os amalequitas já não eram uma ameaça a Israel. Todavia, Deus não tinha se esquecido do dano que haviam feito a Seu povo". (CBASD, v.1, p. 1146)

Por fim "há interessantes similaridades entre a luta da carne contra o espírito e a luta de Amaleque contra Israel" (v.17-19)

1) Assim como a carne procura perturbar e derrotar ao crente (Rm 7.23; Gl 5.17), assim Amaleque tentou perturbar e derrotar a Israel (Êx 17.8; 1 Sm 30.1-6)
2) Assim como nada há de bom na carne (Rm 7.18), assim nada havia de louvável para ser poupado, em Amaleque (1 Sm 15.3)
3) Como viver segundo a carne atrai a sua própria ruína (Rm 8.13; Gl 6.8), assim Saul, que poupou ao rei de Amaleque, foi rejeitado como rei (1 Sm 15.23)
4) Assim como a carne nunca pode ser vencida pelos recursos naturais do indivíduo (Rm 7.14-24), assim Israel não podia vencer a Amaleque com seus próprios recursos naturais (Nm 14.40-45)
5) Assim como a vitória sobre a carne é possível só através do Espírito Santo (Rm 6.14; 8.2), assim Deus capacitou o Seu povo a vencer os amalequitas (Êx 17.11-13; 1 Sm 30.8)

Reynan Matos
Teólogo

sábado, 6 de abril de 2019

Deuteronômio | Capítulo 23

Este capítulo trata dos membros da congregação (v. 1-8), da higiene no campo (v. 9-14), da segurança a escravos fugitivos (v. 15,16), da prostituição religiosa (v. 17,18), da cobrança de lucros (v. 19,20), dos votos (v. 21-23), e da extensão da própria liberdade quando se estiver no campo ou em vinha alheia (v. 24,25)

Eis a palavra chave desse capítulo: "Dignidade"

V. 1

Curiosidade: "A mutilação do membro viril (cf 25.11,12). Era uma prática pagã. Nas antigas religiões pagãs, os eunucos eram sacerdotes dos templos". (Shedd)

A assembléia era uma realidade espiritual. 

"Neste versículo destaca-se a aversão que Deus tem da mutilação do corpo". (CBASD, v.1, p. 1135)

V. 2

"Nenhum bastardo. A raiz da palavra assim traduzida é incerta. A tradição rabínica não aplica este termo a todo o que nascia de uma união ilegítima, mas o limita ao nascido do incesto. Também o interpreta como não israelita ou um estrangeiro de linhagem desconhecida. A pureza da vida familiar e da vida espiritual sempre foi algo de suprema importância para Deus". (CBASD, v.1, p. 1135-1136)

V. 4

"A inimizade manifestada ao povo de Deus é considerada como hostilidade para com o próprio Cristo
(At 9:4, 5)". (CBASD, v.1, p. 1136)

V. 6

"Não lhes procurarás nem paz. Os israelitas não deviam procurar se fraternizar com os vizinhos pagãos (ver Ed 9:12). Deviam permanecer separados desses povos, quanto a relações sociais. A experiência em Baal-Peor demonstrou os resultados trágicos de tal associação (ver Nm 25:1-9). Esta advertência era bastante apropriada em vista do fato de os moabitas serem seus vizinhos mais próximos, e sem dúvida haveria várias ocasiões para se ter com eles relação ampla e íntima". (CBASD, v.1, p. 1136)

V. 8 

"Na terceira geração. Os israelitas tinham habitado no Egito por 200 anos e lá encontraram proteção e sustento numa época de fome terrível. Depois veio a perseguição. Contudo, Deus não permitiria que Seu povo visse apenas o lado mau de uma nação. Na terceira geração os descendentes de um edomita ou de um egípcio podiam desfrutar de todos os privilégios do povo de Deus, contanto que fosse circuncidado. É provável que existisse considerável intercâmbio comercial e cultural entre os dois países". (CBASD, v.1, p. 1136)

V. 9

"De toda coisa má. Nesta passagem se adverte sobre estrita limpeza física e pureza de vida. Como um exército em marcha, um contingente de soldados sem as relações sociais normais podia ser tentado a rebaixar as normas de conduta. A condição de Israel diante de Deus era muito mais importante do que sua preparação militar para o confronto com o inimigo. Deus não podia conduzir à
vitória um povo infiel e impuro". (CBASD, v.1, p. 1136-1137)

V. 10

"Deus estava no meio do acampamento para conduzi-los à vitória. Ele não toleraria o rebaixamento das normas que com frequência acompanham a vida militar". (CBASD, v.1, p. 1137)

V. 12

Curiosidade: "As regras sanitárias deviam ser observadas, não apenas por respeito ao próximo, mas como proteção da saúde do exército". (CBASD, v.1, p. 1137)

V. 13

Observamos as minucias do cuidado de Deus para com o seu povo. 

V. 14

"Uma igreja impura não pode ser vitoriosa no conflito entre Cristo e Satanás, pois as bênçãos do Céu são somente para aqueles que creem em Deus e Lhe obedecem sem reservas". (CBASD, v.1, p. 1137)

"Toda alma, do comandante-em-chefe ao mais humilde soldado do exército, tinha o sagrado encargo de preservar a limpeza em sua pessoa e em seus arredores; pois os israelitas foram escolhidos por Deus como Seu povo peculiar. Tinham o dever sagrado de ser santos no corpo e no espírito. Não deviam ser descuidados ou negligentes quanto aos deveres pessoais. Em todos os aspectos deviam preservar a limpeza. Não deviam permitir nada sem asseio ou insalubre ao redor deles, nada que maculasse a pureza da atmosfera. Interior e exteriormente deviam ser puros [cf. Dt 23:14] n(Carta 35, 1901)". (CBASD, v.1, p. 1235)

"O Céu é um lugar limpo e santo. Deus é puro e santo. Todos os que se chegam à Sua presença devem atentar para Suas instruções e ter o corpo e as roupas numa condição pura e limpa, mostrando assim respeito a si mesmos e a Ele. O coração também precisa estar santificado. Aqueles que fazem isso não desonrarão Seu sagrado nome adorando-O enquanto seu coração está poluído e seu traje, desalinhado. Deus vê essas coisas. Ele nota o preparo do coração, os pensamentos e o asseio na aparência daqueles que O adoram (Ms 126, 1901)". (CBASD, v.1, p. 1235)

V. 17,18

"Israel tinha de abster-se totalmente da prostituição religiosa ligada aos ritos de fertilidade pagãos. Em Canaã, tanto as mulheres como os homens eram fornicadores". (Shedd)

V. 19,20

"A lei do amor proibia emprestar a juros a um compatriota mais pobre". (Shedd)

"O propósito era beneficiar aqueles que de fato estivessem em apuros (ver com. de Êx 22:25; ver também Lv 25:35, 36; cf. Ne 5:2- 5, 10-1 2)". (CBASD, v.1, p. 1138)

V. 21-23

"Qualquer voto feito a Deus é uma questão solene e não deve ser feito displicentemente".

V. 22

"Não é obrigatório fazer votos a Deus, mas é obrigatório cumprir o voto feito. A violação é pecado". (CBASD, v.1, p. 1138)

V. 25

"Não meterás a foice. Ver Me 2:23. A fome legítima devia ser satisfeita; pegar mais seria roubo. Esta provisão estava em harmonia com o segundo "grande mandamento" do amor ao próximo, além de ser
um reconhecimento de que a colheita pertencia a Deus. O dono não perderia com a pequena quantidade de grão ou fruto tomado de seu campo ou horta, porém, seria o suficiente para satisfazer a fome imediata de quem passasse por ali. O dono não poderia se sentir prejudicado. O estranho, se fosse pobre, não pensaria que a sociedade não se interessava por suas necessidades". (CBASD, v.1, p. 1138) 

Conclusão

Não se pode obter lucro material por: 

      1) Práticas imorais
      2) Tirar vantagens de um irmão
      3) Transformar a liberdade em libertinagem

Reynan Matos 
Teólogo

quinta-feira, 4 de abril de 2019

Deuteronômio | Capítulo 21

Aqui Moisés explica como expiar um homicídio de autor desconhecido (1-9), regula o casamento com mulheres cativadas na guerra (10-14), garante os direitos do filho primogênito (15-17), provê para a punição dos filhos rebeldes (18-21), e recomenda o sepultamento do criminoso enforcado (22,23)

V. 1

"Deus sempre enfatizou a santidade da vida humana e dos direitos pessoais (ver com. de Gn 9:5, 6)". (CBASD, v.1, p. 1128)

V. 4

"Desnucarão a novilha. Era uma execução cerimonial em que a novilha era reputada substituta do homicida desconhecido. Prefigurava a execução vicária de Cristo pela culpa de Seu povo. Ver Hb 9.12-14". (Shedd)

V. 6

"Lavarão as mãos. Ao pegar água do riacho para lavar as mãos, afirmavam sua inocência e da cidade que representavam. Atitude semelhante tomou o salmista (Sl26:6; 73: 13) e também Pilatos, no julgamento de Cristo (Mt 27:24)". (CBASD, v.1, p. 1128)

V. 12,13

"Esse atos de purificação simbolizavam sua remoção do estado de escrava. O mês de luto era para lhe dar tempo de refazer-se no seu íntimo e também testar a sinceridade do amor do homem". (Shedd)

"A levarás para casa. Literalmente, "para o meio de sua casa". Certamente seria um procedimento mais honroso do que mantê-la em segredo em algum outro lugar.
Ela rapará a cabeça. Provavelmente simbolizando luto ou purificação, como imaginam alguns comentaristas. Algumas viúvas do Oriente, após passarem um ano de luto, realizam um ritual similar pelo marido falecido". (CBASD, v.1, p. 1129)

"Mulher. É evidente que Deus desencorajava relações ilícitas e encorajava matrimônios legais. Mesmo uma cativa não devia se tornar objeto das paixões de um homem, mas se estivesse disposta a viver em harmonia com o povo de Deus, deveria receber posição honrosa". (CBASD, v.1, p. 1129)

V. 14

"De nenhuma sorte a venderás. Ver a situação de escrava hebreia casada cujo marido queria se divorciar (Êx 21:8)". (CBASD, v.1, p. 1129)

V. 15

"A Bíblia não condena diretamente os casamentos múltiplos que tiveram lugar no Antigo Testamento, mas descreve os maus efeitos de tais uniões". (Shedd)

V. 18-21

"Sendo os pais representantes de Deus, em caso de rebelião comprovada, o castigo era severo e semelhante ao da blasfêmia, pressupondo-se que em vão tentavam conduzir ao bom caminho os filhos desobedientes. A execução era efetuada sob a direção dos anciãos". (Shedd)

V. 21

"Cabia ao pai disciplinar com severidade (Pv 19:18), mas não a execução da pena de morte". 

Conclusão

Eis as exigências básicas para uma vida familiar saudável

     1) Cuidado ao contrair matrimônio (v.12,13)
     2) Sinceridade de amor 
     3) Tratamento adequado dos filhos 
               
               a) Imparcialidade (v. 16)
               b) Disciplina (v. 18)

Reynan Matos
Teólogo

quarta-feira, 3 de abril de 2019

Deuteronômio | Capítulo 20

Palavras de Esperança, Advertência aos medrosos, termos de guerra, cuidados ambientais, esse é um dos assuntos que se destaca no presente capítulo.

V. 1

"Não os temerás. Deus os havia tirado do Egito; Ele não os abandonaria nas vicissitudes da guerra que estava à frente (Sl 20:6-8)". (CBASD, v. 1, p. 1125)

V. 3

"Não desfaleça. Ou, não "seja brando", não "seja terno", não "seja fraco". A palavra é - traduzida como "desfaleça" em outras passagens (2Rs 22:19; SI 55:21; Is 1:6)". (CBASD, v.1, p. 1125)

V. 8

"É necessário manter elevado nível de coragem na batalha cristã. Vitórias são alcançadas pela disciplina, coragem, dedicação ao dever e espírito de sacrifício próprio (Lc 14:26, 27; Gl 6:9)". (CBASD, v. 1, p. 1125)

V. 10

"Oferecer-lhe-ás a paz. Esse oferecimento de paz à cidade fora da Palestina ilustra a missão salvadora do povo de Deus no mundo". (Shedd)

V. 13

"A corrupção moral e a depravação dos habitantes de cidades idólatras tornavam inevitável sua destruição se recusassem aceitar a Deus e abandonar a idolatria". (CBASD, v. 1, p. 1126)

Conclusão

Na guerra em que vivemos

     1) Combatemos um inimigo poderoso
     2) Precisamos de coragem para a batalha
     3) Temos um grande Deus que luta em nosso favor

A humanidade tem duas alternativas

     1) Submissão; mediante a qual experimenta a paz de Deus (v.10,11)
     2) Oposição, mediante a qual experimenta o julgamento de Deus (v.12,13)

Reynan Matos
Teólogo

terça-feira, 2 de abril de 2019

Deuteronômio | Capítulo 19

Aqui encontramos instruções quanto as cidades de refúgio (v.1-13), dos marcos de territórios (v.14), e das testemunhas (v.15-21)

V. 2

"As cidades de refúgio indicam ao coração temeroso o caminho para a segurança em Cristo". (CBASD, v.1, p. 1121)

V. 3

"O caminho. O acesso às cidades de refúgio devia ser fácil. A estrada devia ser claramente sinalizada e mantida em boas condições (PP, 515), pois a vida de seres humanos estava em jogo. Assim deve ser o "caminho" até nosso refúgio em Jesus Cristo - tão claro que não haja possibilidade de errar (ver Is 35:8)". (CBASD, v.1, p. 1122)

"Para que nelas se acolha. Certamente o cristão deve refletir sobre o privilégio que o pecador tem de fugir para Cristo. Assim como os portões das cidades de refúgio nunca estavam fechados para quem precisava entrar, Cristo nunca recusa o contrito e arrependido que vai a Ele (Sl5l:l7; Is 57:15)". (CBASD, v.1, p. 1122)

V. 4

"Aborrecia. Nota-se que a chave do assassinato deliberado é o ódio; Jesus mostrou que o ódio é a quebra do mandamento "Não matarás", Mt 5.21-26. Os psicólogos modernos denominam os ressentimentos contra alguém de "desejos mortíferos", e os juízes dão o título de "crime premeditado" aos casos onde já existia ódio, não aceitando a desculpa de "acidente" ou "crime provocado". (Sheed)

V. 15

"Uma só testemunha. Uma pessoa não podia ser condenada mediante a declaração de apenas uma testemunha, fosse em assuntos civis ou criminais (cf. Dt 17:6; Nm 35:30)". (CBASD, v.1, p. 1123)

V. 21

"O buraco cavado para o inocente devia ser o próprio túmulo do acusador". (CBASD, v.1, p. 1123)

Conclusão

A justiça nas questões humanas é assegurada por:

     1) Proteção aos inocentes (v.4-10)
     2) Punição aos culpados (v. 11-13)
     3) Insistência sobre evidência convincente (v. 15-18)
     4) Equiparação do castigo ao crime (v. 19-21)

Reynan Matos
Teólogo

quinta-feira, 28 de março de 2019

Deuteronômio | Capítulo 14

Aqui Moisés repete as instruções acerca das leis alimentares e do que está envolvido na fidelidade dos dízimos. 

V. 21

Curiosidade: "No leite da sua própria mãe. Era um costume cerimonial dos cananeus, e por isso foi proibido. Além disso era uma violência à compaixão, para se satisfazer a gulodice". (Shedd)

V. 22

Curiosidade: "Em geral, se considera que o dízimo mencionado neste versículo é o segundo dízimo, que devia ser despendido como um banquete sagrado perante o Senhor, no tabernáculo. Em Deuteronômio 14:28 e 26:12-15, esse segundo dízimo também é mencionado. Esse dízimo era diferente do primeiro, que era dedicado exclusivamente à manutenção dos sacerdotes e levitas (Nm 18:21 , 26)". (CBASD, v.1, p. 1100)

V. 23

"Aprendas a temer. O cumprimento consciente desses requisitos divinos impressionaria o adorador com o temor do Senhor e encorajaria constante comunhão com Ele. "Eis que o temor do SENHOR é a sabedoria" (Jó 28:28). "E me prostrarei diante do Teu santo templo, no Teu temor" (SI 5:7 ). "O temor do SENHOR consiste em aborrecer o mal" (Pv 8:13). "O temor do SENHOR é fonte de vida" (Pv 14:27). "O temor do SENHOR é a instrução da sabedoria" (Pv 15:33). "O temor do SENHOR conduz à vida" (Pv 19:23)". (CBASD, v.1, p. 1100)

V. 26

"Bebida forte. O "vinho" e a "bebida forte" mencionados nestes versículos eram fermentados. No passado, muitas vezes Deus relevou a ignorância que motivava práticas que Ele não aprova. Mas, finalmente chega a hora quando Deus "notifica aos homens que todos, em toda parte, se arrependam"
(At 17:30). Então, os que persistem no erro, a despeito de conselhos e advertências, não mais "têm desculpa do seu pecado" (Jo 15:22). Antes disso, não tinham pecado e Deus não os considerava responsáveis mesmo que suas ações estivessem longe de ser ideais. Sua longanimidade se estende a todos mesmo os que "não sabem o que fazem" (Lc 23:34). Como Paulo, que perseguiu a igreja "na ignorância, na incredulidade", eles podem obter misericórdia (ITm 1:13). 

Deus tolerou que os israelitas tivessem  escravos, mas os protegia contra injustiças (Êx 21:16, 20). Mesmo na igreja cristã, a escravidão não foi abolida de imediato, mas os senhores eram instruídos a tratar bem seus escravos (Ef 6:9; Cl 4:1).

Do mesmo modo, Deus nunca aprovou o divórcio e a poligamia. "Não foi assim desde o princípio" (Mt 19:8). Deus, porém, tolerou isso por certo tempo e deu instruções designadas a salvaguardar os direitos das mulheres, para diminuir o sofrimento que resultava dessas práticas e proteger o casamento de abusos maiores (Êx 21:7-11 ; Dt 21:10-17). Se, por um lado, Deus não proibiu Abraão de ter uma segunda esposa, Agar, por outro, Ele não o protegeu dos males que resultaram dessa ação.

Por intermédio de Moisés, Deus promulgou leis destinadas, não a abolir diretamente a poligamia, mas a desencorajá-la (Lv 18:18; Dt 17:17), a restringir o divórcio (Dt 22:19, 29; 24:1) e a elevar a norma da vida matrimonial (Êx 20:14, 17; Lv 20:10; Dt 22:22). Cristo deixou claro que as disposições do AT acerca da poligamia e do divórcio não eram ideais, mas sim uma solução temporária tolerada por Deus "por causa da dureza do vosso coração" (Mt 19:4-8). Cristo afirmou que o ideal de um lar cristão (Mt 19:9) sempre foi a monogamia (Mt 19:4-6; 1Tm 3:2; Tt 1:6). O cristão não deve ter dúvidas quanto à vontade de Deus nessas questões, e, portanto, não tem nem a limitada desculpa da
época do AT. 

O mesmo pode ser dito sobre o vinho e a bebida forte. Nenhum era estritamente proibido, exceto para quem desempenhava tarefas religiosas e também para os que se ocupavam na administração da justiça (Lv 10:9; Pv 31:4, 5). O mau do "vinho" e da "bebida forte" foi claramente assinalado, e o povo foi aconselhado a se abster dessas bebidas (Pv 20:1; 23:29-33). Uma maldição foi pronunciada sobre os que incitassem outros a beber (H c 2: 15). Paulo afirma: "Quer comais, quer bebais, fazei tudo para a glória de Deus" (ICo 10:31); ele adverte que Deus destruirá os que destroem o corpo (ICo 3:16, 17). As bebidas embriagantes "destroem o santuário de Deus" e seu uso não pode ser considerado um meio de glorificar a Deus (1 Co 6:19, 20; 10:31). Paulo abandonou o uso de tudo o que era prejudicial ao corpo (I Co 9:27). Não há desculpa para o argumento de que não há nada de errado em usar bebida alcoólica, alegando-se que Deus uma vez permitiu isso. Como observado, Ele também permitiu práticas como a escravidão e a poligamia. A Bíblia adverte que os "bêbados" não "herdarão o reino de Deus" (I Co 6:10).

Conclusão

Eis as grandes bênçãos desfrutadas pelo povo de Deus:

     a. Adoção (v. 1)
     b. Santificação (v.2)
     c. Eleição (v. 2)

Em que reside o propósito dos dízimos e das ofertas

     a. Reconhecimento de que Deus é o Doador (v. 23)
     b. Garantir o sustento do trabalho ministerial (v. 27)
     c. Prover alívio das necessidades de outros (v. 29)

Reynan Matos
Teólogo

quarta-feira, 27 de março de 2019

Deuteronômio | Capítulo 13

Moisés acautela o povo contra o aparecimento do erro entre eles mesmos. Poderiam ser impelidos a isso através de um falso profeta (v. 1-5), através de sua própria parentela (v. 6-11), ou através de elementos vis dentro da comunidade (v. 12-18). (Shedd)

V. 2

"Até mesmo hoje existem seitas religiosas que se vangloriam de revelações sobrenaturais, curas milagrosas, etc. Sinais e maravilhas em si mesmos, porém não provam que Deus falou (cf Êx 7.11,12; Mt 7.22,23; 24.24; Ap 13.13,14). Um  evento sobrenatural é de Deus somente quando leva à fé no Deus verdadeiro e é coerente com a revelação dada a nós nas Sagradas Escrituras (cf 18.9-14). (Shedd)

V. 3

Curiosidade: "O povo judeu tinha a tendência de buscar sinais, mesmo nos dias de Cristo (]o 6:30), e Cristo os reprovou por isso (Mt 12:38-45). O apóstolo Paulo também comenta sobre a tendência humana de buscar sinais (l Co 1 :22)". (CBASD, v.1, p. 1096)

"Se amais o SENHOR. Deus requer de Seu povo amor sincero e pleno (Dt 6:5; 30:20; Js 22:5; 23:11; SI 31:23; Is 56:6). A obediência que não emana do amor não tem valor à vista de Deus". (CBASD, v.1, p. 1096)

V. 4

"Este é o dever de todo crente (Dt 6:13; 10:20; 11:13, 22; Ec 12:13, 14; Mq 6:8)". (CBASD, v.1, p. 1096)

V.  5

"O castigo é severo porque a idolatria contamina a santidade da comunidade". (Shedd)

V. 6

"A tentação pode sobrevir através de nossos mais íntimos parentes. Foi eva que tentou Adão, e Cristo foi tentado por Pedro". (Shedd)

"A mulher do teu amor. A esposa, que está próxima do marido, pois são uma só carne (Gn 2:24). Isto sugere o cuidado que se deve ter na escolha do cônjuge. Em tempos de crise, principalmente durante os capítulos finais do grande conflito entre o bem e o mal, pode não ser possível confiar mesmo nos parentes mais próximos, se estes não tiverem a mesma fé (Mq 7:5-7; Mt 10:21 )". (CBASD, v.1, p. 1096)

V. 7

"Deuses dos povos. Hoje esses deuses são o materialismo, a riqueza, a popularidade, a política, o esporte, a moda, as diversões, etc." (CBASD, v.1, p. 1096)

V. 8

"Piedade. Quando está em jogo o destino eterno, devem-se tomar medidas severas. O bisturi do cirurgião pode ser doloroso, contudo pode ser a única maneira de salvar uma vida (Dt 7:16; 19:13, 21; 25:12)". (CBASD, v.1, p. 1096)

V. 9

"A tua mão. A testemunha do crime ou o acusador devia tomar parte ativa no castigo. O propósito desta medida era prevenir falsas acusações baseadas em rancores ou contendas pessoais. Uma pessoa hesitaria em dirigir a execução de um inocente". (CBASD, v.1, p. 1096)

V. 10

"Apedrejá-lo-ás. Ver Dt 17:5; 21:21; 22:21, 24; Js 7:25. Literalmente, "golpeá-lo". Como a Palestina é uma região pedregosa, nunca faltariam pedras para levar a cabo esse castigo". (CBASD, v.1, p. 1096)

V. 13

"Saíram. Isto é, afastaram-se da associação com o povo de Deus, talvez com o propósito de formar uma nova organização (lJo 2:19). Os que deixam a igreja, com o plano de trabalhar contra ela, fariam bem em recordar que separados de Cristo não podem ter vida espiritual e nada podem conseguir em favor do reino de Deus (Jo 15:4, 5)". (CBASD, v.1, p. 1097)

Conclusão

1. Cuide para não ser levado a pecar 

     a. Pelo poder sedutor do que é estranho e incomum (v.1,2)
     b. Pelo poder sedutor da afeições humanas (v. 6,7)
     c. Pelo poder sedutor da maioria (v. 12,13)

Reynan Matos
Teólogo

terça-feira, 26 de março de 2019

Deuteronômio | Capítulo 12

Nesse capítulo Moisés exige a destruição do santuário idólatra (1-3), e adverte contra a imitação às práticas idólatras (29-32)

Notamos também um forte contraste entre a ênfase do AT sobre um lugar, e a ênfase do NT sobre uma pessoa (Jo 4.20-26)

V. 1

"A facilidade com que o povo se esquecia das exigências de Deus fazia necessária a reiteração de Sua vontade (ver Dt 6:1)". (CBASD, v.1, p. 1091)

V. 2

"Em geral, a imoralidade disfarçada de religião acompanhava esse culto".(CBASD, v.1, p. 1091)

V. 7

"Vos alegreis. Isso é repetido em 12.12,18; 14.26; 16.11,14; 26.11; 27.7. A alegria é parte importante da religião cristã, cf Jo 15.11; Fp 3.1; 4.4. (Shedd)

"E vos alegrareis. "Alegrar-se" perante o Senhor é um tema inesgotável nas Escrituras (Lv 23:40; Dt 16:11, 14; 27:7; Sl32:11; 97:12). Por sua vez, Deus se regozija com Seu povo (Sf 3:14-17)". (CBASD, v.1, p. 1092)

V. 9

"Há belas promessas de descanso no A T: descanso na presença de Deus (Êx 33:14), descanso da angústia (Is 14:3) e libertação do poder dos inimigos (Is 14:5 -7)". (CBASD, v.1, p. 1092)

V. 11

"Se não houvesse sinceridade de coração por parte do ofertante, a
oferta não era aceitável a Deus (1Sm 15:22; Is 1:11 ; Jr 7:22-24)". (CBASD, v.1, p. 1092)

V. 16

"O sangue não comerás. O sangue, como elemento primordial e símbolo da vida, é tratado com um grande respeito em todo o AT (cf Gn 9.4-6), muito particularmente em relação à aliança e ao sacrifício, como tipo de expiação de Cristo (cf. Lv 16; Hb 9.12-14; 1 Pe 1.18,19; Lv 17.11n)". (Shedd)

V. 17

"Deuteronômio 14:22-29 dá detalhes acerca deste segundo dízimo". (CBASD, v.1, p. 1093)

V. 19

"O levita. Esta advertência divina contra o descuido daqueles que exerciam um cargo sagrado se repete em Deuteronômio 14:27. Isso era necessário porque não havia nenhum procedimento legal que obrigasse a entrega do dízimo. Os levitas podiam ser reduzidos à pobreza se o povo se descuidasse e deixasse de entregar fielmente o dízimo. O apóstolo Paulo aplica esse princípio do dízimo fiel ao ministério cristão (I Co 9:13, 14)". (CBASD, v.1, p. 1093)

Repetições:

1.Perante o Senhor

a. comereis (v. 7)
b. alegrareis (v. 12)
c. praticares o que é reto (v. 25,28)

Obs.: No lugar que o Senhor escolher (v. 14,18)

Reynan Matos 
Teólogo 

segunda-feira, 25 de março de 2019

Deuteronômio | Capítulo 11


 “A geração que estava por conquistar Canaã era única. Presenciou desde as pragas do Egito até as conquistas a oeste do rio Jordão, algo que a geração anterior não conseguiu ver. Por sua vez, a geração seguinte não teria memórias sobre o Egito, o deserto nem a conquista. Falharia tragicamente (Jz 2:11). A geração da conquista era privilegiada e precisava ter consciência de sua responsabilidade, como de fato teve, sendo fiel até o fim (Jz 2:7)”. (Jornada 2019, p. 69)

V. 1

Amarás, pois, o SENHOR. O amor é o princípio no qual deve se basear o serviço e a adoração a Deus. O amor a Deus torna o cumprimento de Seus mandamentos uma alegria. A misericórdia e as abundantes bênçãos divinas, se verdadeiramente apreciadas, inspiram amor a Deus no coração humano. O verdadeiro amor a Deus é a reação do coração a Seu amor abundante”. (CBASD, v.1, p. 1084)

O amor vacilante em geral está centrado no eu e não em Cristo”. (CBASD, v.1, p. 1084)

V. 6

Datã e Abirão. Exemplos notáveis de rebelião contra Deus (ver Nm 16)”. (CBASD, v.1, p. 1085)

“Os juízos divinos manifestos em forma de milagres, no passado, deveriam servir de solene advertência para os que agora viviam (cf Nm 16; Jz 5)”. (Shedd)

V. 8

A força de um cristão está no amor que flui em obediência à revelada vontade de Deus. Só o obediente pode ser forte, pois Deus não pode dar força àqueles que de forma deliberada transgredem Sua lei”. (CBASD, v.1, p. 1085)

V. 9

“A doçura do mel é comparada à doçura da lei de Deus (Sl19:10)”. (CBASD, v.1, p. 1084)

V. 10

“O Egito dependia de irrigação para ser frutífero, mas Canaã dependia da bênção direta de Deus, (cf 8.7). Deus dá gratuitamente aquilo pelo que o mundo trabalha. Com o pé regáveis. O pé era usado para abrir e fechar pequenos canais onde a água era necessária”. (Shedd)

V. 13

“Se diligentemente obedecerdes. A prosperidade de Israel, tão dependente de chuvas, dependia da obediência do povo para com Aquele que controlava a chuva”. (Shedd)
Para ser aceito, o serviço humano a Deus deve brotar de um coração amoroso, não da tentativa de adquirir justiça por meio do cumprimento de requisitos (ver com. de Dt 10:12)”. (CBASD, v.1, p. 1085)

V. 14

O Senhor usava as chuvas tanto para punir o desvio da aliança, quanto pa-ra provar que somente Ele tinha poder sobre os céus (1Rs 17, 18)”. (Jornada espiritual 2019, p. 69)

V. 16

“Convém recordar que foi a distorção dos valores que levou Eva a comer do fruto proibido. Ela cedeu quando
"viu" na árvore algo que na realidade não existia (Gn 3:6)”. (CBASD, v.1, p. 1086)

V. 17

Feche Ele os céus. O oposto do que Deus desejava fazer por Seu povo (Dt 28:12,23). Compare com expressão semelhante em Levítico 26:19. A ausência de chuva era sinal da necessidade de se arrepender do pecado (lRs 8:35)”. (CBASD, v.1, p. 1086)

V. 22

“Se escolhemos nos manter fiéis a Deus, nada pode nos arrebatar dEle (]o 10:28)”. (CBASD, v.1, p. 1086)

V. 26

“Está implícito o livre-arbítrio e o poder de escolha. Deus ordena, mas o ser humano é livre para escolher se irá obedecer (ver Js 24: 15; cf. Jr 18:7-10)”. (CBASD, v.1, p. 1087)

V. 27

“A bênção. No capítulo 28:2-6, está a declaração detalhada do que estava incluído nesta bênção”. (CBASD, v.1, p. 1087)

V. 28

A maldição. Comparar com Dt 28:15-68.

Conclusão

“Após um re­sumo histórico (Dt 1–4) e um longo ser­mão (Dt 5–11), Moisés conclui propondo a bênção e a maldição como as únicas opções (ver Lv 26:3-13; Dt 28). Os israe­litas deviam escolher servir a Deus ou aos deuses, entre seguir o caminho dos mandamentos ou se perder na areia da cultura. Deviam optar pela ética bíblica ou pelo falso prazer. Isso não ficou no passado. Hoje também somos chama­dos a fazer nossa escolha”. (Jornada espiritual 2019, p. 69)

1. Motivos da obediência

a. A grandeza de Deus (10.17-22)
b. As maravilhas por Ele operadas (v. 8-17)
c. As bênçãos desfrutadas (v. 8-17)

2. A palavra de Deus deve ser (cf 6.6-9)

a. Entesourada no coração (v.18)
b. Ensinada a nossos filhos (v. 19)
c. Exibida em casa (v. 20)

3. Quanto a disciplina divina

a. Esta é sempre exibida de vários modos (v.3-7)
b. Precisa ser tomada em consideração (v. 2)
c. Deve conduzir à obediência (v. 8,9)

Reynan Matos
Teólogo